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Aumento de tarifa prejudica comércio

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Os responsáveis por estabelecimentos comerciais e condomínios residenciais da Baixa-daSantista serão
obrigados a reservar mais recursos financeiros para limpar as caixas de gordura.
Isso se deve à elevação de 1.901% na tarifa cobrada pela Sabesp para o descarte correto e tratamento desse material.
Em razão do reajuste, quem realiza esse serviço repassaráa conta para os consumidores.

O aviso é da Associação das Empresas Saneadoras da Baixada Santista(Aesbs).
Conforme informações da entidade, ocustopela retirada e cuidado com os resíduos
por metrocúbico nas estações de tratamento de esgotos(ETEs) passoude R$5,84 para R$116,87.
Parase ter uma ideia de quanto o contratante terá de desembolsar, tal serviço era realizado por cerca de R$100,00.

Coma elevação da taxa, a execução do trabalho está na faixa de R$450,00.
A Aesbs explica que em nenhum momento a superintendência regional da Sabesp discutiu o aumento da tarifa com
a entidade. E essa elevação não foi registrada na Região Metropolitana de SãoPaulo.

Comparação
R$ 116,87 reais
é o novo valor da tarifa da
Sabesp, por metro cúbico, pelo
descarte e tratamento dos
resíduos da caixa de gordura.
Antes, a taxa era de R$5,84

R$ 450 reais
é quanto comércios e edifícios
deverão pagar para as
limpadoras realizarem o serviço
Até julho ,custava R$100,00

RESPOSTA

A Sabesp esclarece que o tratamento dos resíduos da caixa de gordura não é um serviço público e não está no âmbito da
concessão pública (fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto).

Portanto, esse trabalho é passível de concorrência no mercado. A estatal ressalta ainda que
muitas empresas têm inclusive aprópria estação para tratamento desses materiais.

Acompanhia de saneamento ambiental confirma
que os preços para as prestadoras de serviço que fazem o transporte dos efluentes até as ETEs são
diferenciados e passaram por uma revisão.

Fonte: A Tribuna